terça-feira, 28 de junho de 2011

O Amor na Literatura e na Filosofia de Platão

Platão, 428-347 a.C., filosofo grego, O Banquete
Quando qualquer amante tem  a sorte extrema de  encontrar a sua outra metade, ficam os dois tão intoxicados com afeto,  com amizade, e com amor, que não suportam ficar sem se verem um único instante. Platão, O Banquete

O amor dorme na terra nua, às portas das casas, ou nas ruas profundas por de baixo das estrelas do céu, partilhando sempre a pobreza  da sua mãe... No espaço de um dia ora se revela vivo e brilhante, ora à beira da morte.Platão, O Banquete

O amor é pobre, magro, mal apresentado, sem sapatos, sem domicilio, sem outra cama que a terra, dormindo sobre as estrelas, sem cobertores, junto das portas e nas ruas, irremediavelmente miserável, imitando a sua mãe. Platão O Banquete 

No mesmo dia, ao mesmo tempo,  o amor é florescente,pleno de vida, e tudo o que é grandioso abunda nele,  antes  de desaparecer e morrer,  antes de reviver de novo. Platão, O Banquete

Como o pai, o amor está constantemente na pista do que é belo e bom; é másculo, empreendedor,  robusto, hábil caçador que sua sem cessar o artificio; cioso do saber, usa todos os estratagemas para o ter, passando toda a vida a filosofar,  encantador, mágico, palavroso. Platão, O Banquete



Tempo...

Quando você pensa que tem todas as respostas vem o mundo e muda todas as perguntas!!!  (Corujaprof.)