quarta-feira, 8 de junho de 2011

O QUE É CORRETO? O QUE É JUSTO?


Na obra de Richard Rorty A Filosofia como Política Cultural (já traduzida, 2009), há um capítulo com reflexões sobre o conceito de justiça. Rorty acha que justiça é a lealdade alargada, e pergunta: a quem ser leal? Em geral somos leais aos mais próximos, ao que atinge nossa família, nossos amigos, vizinhos; a lealdade decresce com o alargamento desse círculo, se um massacre acontece em um país africano, ou no Afeganistão, não nos atinge de perto. 
Mas a justiça não é para todos? 
Quando se perde postos de trabalho na indústria automobilística norte-americana, ganham os países periféricos cuja mão de obra é mais barata? A liberdade política deve prevalecer, ou a justiça econômica igualitária? Se houver uma catástrofe e os alimentos escasseiam, o que se conseguir vai para os mais próximos (lealdade) ou devem ser distribuídos (justiça)?

Esses casos servem para Rorty refletir sobre se a justiça e a lealdade, afinal, não viriam juntas, e ampliar
 a lealdade seria, então, prover a sociedade com uma justiça mais efetiva. Ele não segue a tradição kantiana de conflito entre razão e sentimento, em que prevalece a primeira que é universal e obrigatória, igual para todos. Rorty acha que a moralidade nasce da lealdade ao grupo, e que dilemas morais não resultam de conflito entre razão e sentimento, mas de construções de si alternativas, descrições de si, diferentes modos de dar sentido à vida em diferentes grupos sociais. Não há um centro permanente do eu ou da história, mas pluralidade
 de modos de dar conta de problemas e dilemas. Isso é mais leve e fácil quando se trata dos que nos são próximos, e mais difícil e pesado quando os grupos são maiores, outras culturas e povos. 
Aos poucos, costumes cederam lugar ao julgamento por leis, questões de justiça deveriam ser resolvidas, pensa Rorty, não por regras transcendentais e universais, mas pelas circunstâncias envolvidas em cada caso.
 A obrigação moral não
 é indiscutível e nem há uma resolução que sirva para todos os casos, compulsória. Justiça requer razoabilidade. Atender aos interesses de todos, resumidos nos direitos fundamentais que vigoram em sociedades modernas ocidentais, essa base histórica pode servir de parâmetro? Isso é justo?
Tratar casos similares de modo similar esbarra em crenças e culturas que tratam semelhantes de modo desigual (mulheres, negros, homossexuais, os “infiéis” nas culturas islâmicas, por exemplo). O consenso que ultrapassa fronteiras é próprio da cultura liberal ocidental dos últimos duzentos anos. 
 Na França proibiu-se a vestimenta muçulmana para mulheres, sem consenso até mesmo na Europa. É perigoso considerar que uma cultura é superior a outra (colonialismo, nazismo, etc.), mesmo porque não se trata de casos nos quais há uma verdade a ser aceita, não há um consenso acima da história para julgar quais são os procedimentos corretos.
Para Rawls, e Rorty concorda com ele, os princípios brotam de práticas que comunidades criaram e sobre as quais há acordo. É sempre preferível buscar o acordo e o consenso, pois eles podem evitar a ameaça e imposição pela força. Deve ser possível justificar demandas de acordo com princípios razoavelmente aceitos por uma comunidade, com os quais outras comunidades podem concordar. 
E Rorty vai além, é possível construir novas identidades morais, alargar a lealdade com um grupo formado por grupos menores. Lealdade e justiça se combinam argumentos racionais e o compartilhamento de valores e ideais dos outros, próximos ou distantes, isso pode levar a concluir que o outro tem suas razões e almeja objetivos parecidos, que ele é confiável. Razão e sentimento são complementares e não dicotômicos. Supor que os outros são razoáveis, significa que podemos compartilhar também de seus desejos e crenças. Se não há meios de entender ou compartilhar tais desejos e crenças, então é provável que a força e a violência entrem em cena. 
Mas exigir que o outro seja razoável em questões em que nós somos razoáveis, é apelar excessivamente para um critério em que a autoridade é a Razão, leia-se razão ocidental. Tolerância, respeito aos direitos da mulher, dos homossexuais, seria tanto mais valioso quanto ficasse claro que são da cultura ocidental moderna. Ótimo se outras culturas forem abertas, mas melhor ainda é ser etnocêntrico, isto é, levar em conta a diversidade cultural e adotar práticas liberais, as únicas que melhoram as relações entre povos e culturas. 
Rorty abomina a noção de normas morais obrigatórias.
Um exemplo: é possível e razoável tolerar mulheres quase nuas e/ou inteiramente cobertas? Em uma mesma cultura, em diferentes culturas?

Fonte: Inês Lacerda Araújo
 

terça-feira, 7 de junho de 2011

FILOSOFIA DE VIDA.



A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. 
Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente ta muito mais preocupada com o que a outra acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.
O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nele havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. “Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.”

Padre Fábio de Melo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

SIMPLICIDADADE DA VIDA!!!



Quando pensamos que nada mais é importante o suficiente para nos encantar...
Quando buscamos nas coisas espetaculares, estupendas, mirabolantes, um sentido para a vida...
Descobrimos nas coisas simples, um toque de magia, o qual tem o poder de transfomar trevas em luz, tempestade em bonaça, deserto em oásis, inferno em paraíso.
Quando tudo parece ter chegado ao fim, pode simplesmente ser o início de uma vida nova.
De fato é o fim...É o fim das trevas... Da tempestade...Do deserto...Do inferno... É o fim de tudo
isso, que por si  culmina no portal de entrada para luz...Para a bonança...Para o oásis....Para o paraíso.
Não despreze a simplicidade, ela é a chave para uma vida feliz.


Autor: Tony Fraga


sábado, 4 de junho de 2011

Feliz Aniversário meu FILHO!!!!

A vida é bela e podes torná-la linda,
mais bela linda, com o
teu modo de ser
Que Deus te acompanhe
sempre ilumine seus
caminhos, para que prossigas
nas trilhas do bem, que
possas ser feliz,
fazendo seres felizes!
Que continues espalhando paz,
Alegria, amor e simpatia!
Parabéns, felicidades... Mãe te
AMA... Bjs no coração.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

UMA COISA PODEMOS TER CERTEZA;


   Nada adianta querer apressar as coisas, tudo vem ao seu tempo. O destino se encarregara de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa! Basta acreditar que: Nada acontece por acaso! O que é nosso esta guardado!
Simplifique sua vida. Acredite no amor, e nas verdadeiras amizades, porque nem tudo é por acaso; e muitas vezes valem à pena...Por isso viva cada minuto de sua vida...Simplesmente viva...Porque o show pode terminar.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AFRODITE - DEUSA DO AMOR E DA BELEZA.


Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos era assim chamada à linda Deusa do amor, era também conhecida como deusa da beleza e do amor e dos prazeres, mãe dos amores. 
No mito, Afrodite era a filha de Urano e Gaia. Como seu pai devorava todos os filhos que nasciam por medo de perder o poder, ele acabou sendo castrado por um de seus filhos, Cronos. E assim teve início a genealogia dos deuses gregos. Afrodite nasceu das espumas borbulhantes do mar, no momento exato da castração paterna. Acolhida pelas águas do oceano materno, ela teve sua feminilidade desabrochada por essa origem encantada. 

Por isso Afrodite cresceu encantada. Ela era chamada também de “a deusa dourada” porque concedia o brilho da luz nos olhos daqueles que eram tomados pela energia de Eros, o deus do amor. As mulheres nascidas sob sua influência naturalmente vivem a sexualidade, a sensualidade e a beleza como qualidades sagradas. Seu maior dom é sua capacidade de entregar-se ao amor. Todas as mulheres na antiguidade faziam pedidos à deusa Afrodite, para que ela lhes concedesse a graça de se sentir bem com o seu corpo, com sua sexualidade, com o prazer. Até mesmo a poderosa Hera, quando se casou com Zeus, pediu a Afrodite o seu cinto sagrado para viver sua noite de núpcias. Conta o mito que Afrodite usava um cinto que lhe aumentava os poderes de sedução. Simbolicamente, o cinto marca a região dos quadris, acentuando a auto-percepção dessa região sensual da mulher. Assim, um cinto faz “sentir” mais o próprio corpo.

A principal característica de uma mulher Afrodite é sua capacidade de se relacionar afetivamente com as pessoas. E acima de tudo, ela faz com que todos os seus relacionamentos sejam amorosos, não importa se com amigos ou amantes. Sua palavra-chave é o coração. Para ela, tanto faz se um relacionamento dura uma hora ou uma vida inteira, mas ele será pleno e absoluto naquele momento. Por isso, o grande ensinamento da deusa Afrodite é que é preciso sentir a vida no presente, no aqui e no agora. É preciso perceber plenamente o momento presente. É a deusa-zen. Vive o momento, como ensina o zen-budismo.

As mulheres Afrodites são muito cobiçadas pelos homens, que projetam nelas sua “anima”, ou seja, sua parte feminina. Neles, essa capacidade de entregar-se e envolver-se quase sempre é pouco desenvolvida. Afrodite possui o dom de fazer os homens se sentirem maiores, mais importantes e maravilhosos. No entanto eles a temem, por que sabem de sua infidelidade nata. Afrodite traz em si um aspecto da Grande Mãe.

Sua vida sentimental é quase sempre tumultuada, além de se deixar levar constantemente para relações triangulares. Na verdade, há cerca de 3 mil anos vem sendo uma das deusas mais temidas e perseguidas. Sua sensualidade exuberante assusta e não foram poucas as vezes em que foi confundida com uma espécie de tentação do demônio. Isto foi responsável por uma das mais profundas chagas impostas à feminilidade em nossa cultura. 

Afrodite é uma deusa maravilhosa, que nos ensina a capacidade de entrega ao amor. O que ela quer é o coração, ou seja, aquilo que é a coisa mais autêntica e verdadeira em nossas vidas. Este é o dom maior de Afrodite. Quem já amou, sabe.

Fonte: Soraya

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR.



Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

EMPATIA!!!

😉